Primeira turma de lato sensu conclui curso

Trinta e nove alunos participaram da defesa de banca e foram aprovados





 

 

 

 

 

 

 

 

 


Alunos e familiares
compareceram à cerimônia
de encerramento de curso


Juliano Paiva

O 10 de dezembro, dia internacional dos direitos humanos, foi lembrado na Escola Superior Dom Helder Câmara. Ontem à noite, aconteceu a cerimônia de encerramento do Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Segurança Pública e Direitos Humanos.

O curso é promovido pela Dom Helder, integrando a Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública (Renaesp), sob acompanhamento e financiamento da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça.

“Essa é a primeira turma. Ao todo, 39 alunos participaram da defesa de banca e foram aprovados”, detalhou o professor João Batista Moreira Pinto, coordenador do curso. Os alunos desta Especialização eram policias, militares e civis, bombeiros e guardas municipais.

“O curso abriu uma perspectiva de discussão, uma nova possibilidade para ativação de uma segurança pública cidadã fundada nos direitos humanos”, declarou João Batista. Segundo ele, a responsabilidade dos alunos não termina com o término da Espacialização. “Eles têm um papel fundamental que é o de promover as discussões nas próprias unidades”, enfatizou o professor.

O evento, realizado no Espaço Loyola, contou com a presença dos familiares dos alunos, além de personalidades como coronel José Honorato Ameno, comandante geral do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais; Jésus Trindade Barreto, chefe de gabinete e representante da Polícia Civil; e Valdênia Geralda de Carvalho, coordenadora de graduação da Dom Helder.

Veredas

A noite ficou marcada também pelo lançamento da Revista Veredas, número 7, volume 4. A revista é um “espaço de discussão e explicitação teórica crítica, inserido na realidade sócio-cultural e jurídico-política da sociedade”. O objetivo do periódico é “desvelar realidades e contribuir no processo de construção de novas realidades para a análise do Direito e da sociedade”. As citações foram retiradas da própria revista.

[11 / 12 / 2007]